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Meu nome é Cláudio Faviere, tenho 59 anos (mas nem parece), signo Libra e, no horóscopo chinês, rato. Sou o dono da pousada e, como ninguém é perfeito, sou também jornalista (há 33 anos ) e escritor (de primeira viagem). Moro em Cunha deste 1995 para onde vim com o objetivo de escrever meu primeiro romance (Na Cacunda do Lagarto). Consegui concluí-lo, mas falta a eterna finalização. Ainda neste semestre vou encaminhá-lo a alguma editora para ver se dá samba. Aliás, esta primeira experiência no mundo da ficção foi um dos motivos que me trouxeram para Cunha. Se você tiver paciência e curiosidade para conhecer a história da minha saída de São Paulo, clique no título No dia em que vim me embora aí embaixo. A propósito : estou escrevendo também um livro sobre a história de Cunha desde 1650 (Cunha, De Corpo e Alma). Neste período em que moro aqui no sítio onde hoje é a pousada, fui cometendo também outros textos. São crônicas, contos, artigos, matérias, reportagens. Estão relacionados com Cunha e a cultura caipira. Alguns deles podem ser acessados conforme o índice abaixo. Espero que seja do agrado de vocês e espero que apareçam para a gente prosear e jogar um pouco de conversa fora. Até lá.

A matança das águas (reportagem)
O volume das águas das bacias hidrográficas de Cunha
diminui em 50% nas últimas décadas.

As torres da igreja da minha cidade (crônica)
Mais que objeto óbvio das câmeras dos turistas,
as torres da Matriz vislumbram a cidade e sua gente

Besteiradas ( conto )
Homem simples e rude do campo se assusta
com as emoções que brotam do coração  

Cerâmica: a arte do barro (matéria)  
Breve história da cerâmica em Cunha e roteiro completo dos ateliês

Cunha e as manias de Deus (crônica)
Numa síntese da história de Cunha, Deus sempre isolou a cidade.
Agora, reserva uma surpresa

Entre a enxada e o violão (matéria)
As aventuras e desventuras de uma dupla caipira de Cunha.
E um pouco da cultura musical do município

Meu parceiro Chiquinho (crônica)
Ele me acorda e acalenta os sonhos de liberdade

No dia em que eu vim me embora (depoimento)
Vim para Cunha pelo desencanto com o jornalismo.
E permaneci em Cunha pelo encanto com a natureza, com a paz, com a liberdade.

O tatu e a sabedoria humana (conto)
A sabedoria dos provérbios populares tendo com base o hábito dos animais

Planeta caipira (reportagem)
Tradição que se renova há mais de 250 anos,
a Festa do Divino é celebrada como sempre com fé e esperança

Preservação, tradição: caipira, sim senhor (artigo)
A preservação da cultura, do meio ambiente, do patrimônio histórico, além de necessária, incrementa a única perspectiva de desenvolvimento econômico: o turismo